ABAHSF SOCORRE HOSPITAL NA PANDEMIA

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             A Associação dos Amigos do Hospital de São Francisco mais uma vez socorre o hospital municipal de São Francisco e agora de forma emergencial atendendo apelo do médico Rogério Veloso Braga, que expos a situação crítica no hospital com estoque baixíssimo  de máscaras para atender pacientes com suspeita do coronavírus. Alertou o médico que o estoque não duraria nem mais uma semana. O médico expôs que sem  a máscara de proteção os profissionais não têm como atender os pacientes que buscam atendimento no hospital. Adiantou, ainda, que já foram encaminhados dois casos de suspeita para o hospital de regional de Brasília de Minas. Assim, reafirmou ele, as máscaras são de extrema necessidade e o hospital não tem máscaras, no estoque, nem mesmo para uma semana.

O médico adiantou, ainda, que o hospital não tem recursos financeiros para adquirir as máscaras. Disse que há dias foi liberado o recurso de R$ 1 milhão para o hospital, mas com destinação determinada, ou seja, para aquisição de equipamentos. No caso, afirma o médico, até mesmo a aquisição de equipamento para fazer face à epidemia está difícil por indisponibilidade no mercado.

            O presidente Raul expôs a situação à diretoria da ABAHSF, que diante da gravidade do momento, autorizou a  aquisição de 400 máscaras. De imediato foram adquiridas 200 máscaras no preço total de R$ 3.800,00. Segundo o tesoureiro da instituição, Zezinho, a autorização foi para adquirir 400 máscaras, mas de imediato o fornecedor só dispunha de 200. Contudo, garante, na semana que vem serão adquiridas as máscaras restantes.

            O presidente Raul Pereira enfatiza a importância dos colaboradores da Associação, cujos nomes constam do outdoor na frente do hospital. Têm contribuído regularmente com doações mensais num gesto nobre e de solidariedade.

COMENTANDO

            A Prefeitura de São Francisco vai mesmo muito mal, caindo pelas tabelas, pois não tem recursos para comprar máscaras da maior necessidade e urgência para atender a população num caso de saúde da maior gravidade. Imaginem se ocorrer um surto!

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