OUTRO MOMENTO DE PROFUNDA ANGÚSTIA

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Em São Paulo, o Santuário Mãe de Deus onde são celebradas missas dominicais,   presididas pelo bispo dom Fernando Figueiredo, auxiliado pelo  padre Marcelo Rossi, transmitidas para o Brasil e exterior, à primeira vista viu-se um enorme espaço vazio, triste com a sensação terrível de espera. No entanto, eis que os fiéis se fizeram presentes enviando fotos de suas famílias, que foram afixadas em milhares de cadeiras do Santuário. Atenua-se a tristeza e a angústia ao contemplar, no vazio material o sopro místico da espiritualidade – todos estavam presentes em  Jesus. Cada fotografia de famílias nas  cadeiras tinha o significado da  prece de fé na proteção Deus. Coincidentemente, o Evangelho do dia falava sobre a ressureição de Lázaro que tudo diz: Deus pode, para Ele nada é impossível.

Reflete-se este estado de tristeza, angústia e solidão, nas ruas e praças de São Francisco, isolados seus cidadãos em verdadeiro cativeiro diante da ameaça do vírus. Não tem o alarido de crianças nas ruas a caminho das escolas; de homens e mulheres zanzando pelas ruas na azáfama do trabalho ou passeio e nada de reuniões, nada de confraternização, um abraço ou aperto de mão. De repente o sentido de cidadania universal resumiu-se ao antigo dos mais antigos – a vida nos lares onde os homens tinham seus próprios cultos.

Por fim deve-se ater a uma prédica inspirada na Bíblia a respeito de Deus: Faça a tua parte que Eu te ajudarei. Então é persistir na parte que toca a cada um neste grave momento.

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