Seis filmes brasileiros são anunciados no Festival de Berlim 2026

Festival que acontece em fevereiro reconheceu títulos brasileiros na programação
O longa Feito Pipa, de Allan Deberton, estreia mundial no 76º Festival de Berlim, na mostra Generation, dedicada a produções com temática infantojuvenil / Foto: Primeiro Plano

O Brasil terá presença de destaque no Festival de Berlim deste ano, de acordo com a lista de filmes divulgada pelo evento na quarta-feira, 14. A programação inclui obras de diretores brasileiros como Eliza Capai, Allan Deberton, André Novais Oliveira, Gabe Klinger, Priscilla Kellen e Karen Suzane.

Divulgada em etapas, a seleção traz ainda títulos aguardados internacionalmente, como The Weight, com Ethan Hawke e Russell Crowe, e Good Luck, Have Fun, Don’t Die, de Gore Verbinski. Também estão previstos The Moment, falso documentário sobre Charli XCX, e Geunyeoga Doraon Nal, novo filme do sul-coreano Hong Sang-soo.

Até agora, foram anunciados apenas os filmes das seções paralelas da Berlinale. A mostra competitiva principal, que reúne os concorrentes ao Urso de Ouro, será revelada em 20 de janeiro. O festival acontece de 12 a 22 de fevereiro.

Eliza Capai apresentará A Fabulosa Máquina do Tempo, documentário que discute o papel da mulher a partir do olhar de meninas do sertão. Na mostra Generation, Allan Deberton leva Feito Pipa, estrelado por Lázaro Ramos, sobre um menino que sonha em ser jogador de futebol.

Ainda na Generation, Priscilla Kellen exibe Papaya, animação sobre uma semente da Amazônia que resiste a se unir ao solo, enquanto Karen Suzane apresenta Quatro Meninas, que acompanha quatro garotas escravizadas em fuga de sua algoz.

Na seção Panorama, Isabel, de Gabe Klinger, reúne Marina Person e Caio Horowicz em uma trama sobre uma sommelière que deseja abrir seu próprio bar de vinhos. Já André Novais Oliveira, da produtora Filmes de Plástico, apresenta Se Eu Fosse Vivo… Vivia, que retrata a relação de um casal que promete envelhecer e morrer junto.

O Brasil também participa como coprodutor de Narciso, do paraguaio Marcelo Martinessi, sobre um artista que busca se tornar um ícone do rock e desafiar a ditadura no Paraguai dos anos 1950.

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