Wagner Moura no Bafta: ‘O Brasil é novamente um país democrático’

Indicado ao Oscar por O Agente Secreto, o ator afirmou que o Brasil voltou a ser uma democracia que reconhece a importância da cultura
No Bafta, O Agente Secreto concorreu na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, mas o prêmio ficou com Valor Sentimental / Foto: Agência Brasil

No tapete vermelho do Bafta, Wagner Moura, 49 anos, falou à revista norte-americana Deadline sobre a fase positiva do cinema brasileiro e o cenário político atual do país.

Indicado ao Oscar por O Agente Secreto, o ator afirmou que o Brasil voltou a ser uma democracia que reconhece a importância da cultura. “O Brasil é novamente um país democrático e, portanto, um país que acredita que a cultura é algo fundamental”, declarou.

Wagner também citou o diretor Kleber Mendonça Filho ao afirmar que o Brasil conta com um sistema de financiamento à cultura que funciona e não deveria ser enfraquecido. A declaração faz referência ao período do governo de Jair Bolsonaro, marcado por críticas do setor cultural às políticas adotadas para o cinema e para os mecanismos de incentivo à produção audiovisual no país.

Derrota

No Bafta, O Agente Secreto concorreu na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, mas o prêmio ficou com Valor Sentimental. Já Wagner Moura não apareceu entre os indicados a Melhor Ator e sequer integrou a pré-lista divulgada em 9 de janeiro.

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