
A cantora e compositora Dolly Parton, uma das maiores estrelas da música country e uma das artistas mais populares dos Estados Unidos, morreu aos 80 anos nesta terça-feira (25). A notícia foi divulgada por seu sobrinho, Brian Seaver, nas redes sociais.
Seaver, que era chefe de segurança da artista, disse que a própria Parton havia pedido anteriormente que ele ficasse responsável pelo anúncio de sua morte. Seu pai, Larry, também ocupou o cargo. “É uma honra misturada com absoluto orgulho e grande tristeza”, declarou Seaver. Segundo ele, a tristeza fica para os familiares e amigos, enquanto Parton “viveu na luz” e estaria “nos braços de Jesus”, ao lado do marido, Carl Dean, dos pais e de outras pessoas queridas.
A causa da morte ainda não foi divulgada. Na semana passada, em entrevista à revista People, Parton falou sobre o impacto da morte do marido, em março de 2025, e relatou que enfrentava um período de declínio na saúde.

Parton era madrinha da cantora Miley Cyrus e não teve filhos com Dean, com quem se casou em 1966. Ao longo de mais de seis décadas de carreira, tornou-se uma figura que ultrapassou as fronteiras do country, conquistando públicos de diferentes gerações e estilos.
A artista recebeu 11 prêmios Grammy, incluindo uma homenagem pelo conjunto da obra, além de indicações ao Oscar, Emmy e Tony. Entre seus maiores sucessos estão “Jolene”, “Coat of Many Colors”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”, composta por ela em 1974 e popularizada mundialmente por Whitney Houston na trilha sonora de “O Guarda-Costas” (1992).
Parton dizia ter composto mais de 3 mil músicas. Em seu livro “Songteller: My Life in Lyrics”, publicado em 2020, destacou a composição como seu principal legado. “No final das contas, espero ser lembrada como uma boa compositora. As músicas são meu legado”, escreveu.





















